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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

OPINIÃO: DSP, ENQUANTO PATRÃO DO PAIGC DE CACHEU VEM PERSEGUINDO MUÇULMANOS DO PARTIDO DE CABRAL

O ACTUAL PRESIDENTE DO PAIGC TEM DUAS FACES E DOIS POSICIONAMENTOS: INTERNAMENTE PERSEGUE E EXPULSA SEUS CAMARADAS, ENQUANTO LÁ FORA TENTA FAZER-SE DE VITIMA, RECLAMANDO INCLUSÃO NO GOVERNO DE UMARO CISSOCÓ. A FALSIDADE E DEMAGOGIA TÊM LIMITES

A ala do DSP no PAIGC tenta enganar ou fintar a Comunidade Internacional de Bissau, o P5 e a Diáspora guineense, dizendo que querem ser incluídos no processo de governação. Na volta continuam a saga de exclusão dos seus camaradas do partido, com cenas de expulsões. Assim nunca vão reconstituir a sua base de maioria parlamentar de 57 Deputados. Por conta de expulsão perderam 15 Deputados e destruiram a maioria do PAIGC.

Lá fora vão fazendo de vitimas, simulando que estão sendo marginalizados, quando internamente vai excluindo seus camaradas, muitos dos quais são veteranos ou gentes com mais de 30 Anos de militância do PAIGC. No âmbito da sua politica de TERRA QUEIMADA DSP e sua ala do PAIGC querem trazer caos e distúrbios para o nosso país.

Vejam só as últimas expulsões, que para além de ser abusiva é incompatível com o actual momento politico que o país vive a luz dos acordos de Bissau e de Conacry. Esta farsa não pode continuar e DSP tem de ser corrido a força do seio do PAIGC, antes que seja tarde.


Leitor Identificado

sábado, 14 de janeiro de 2017

AFINAL, FEIJÃO TEM TOUCINHO. DIDI-MEM DJINTIS N´DJERGA TRÁS DI N´DINHO PA FURANTA MOM I KU BOCAS DI TCHILAKÓ. FORTI NUBIDADI NA TCHOM DI GUINÉ: ALGUIM TA LUGA SI BOCA KU MOM TAMBI, PA RANHA DINHERU DI ESTADO!?!?!?

QUEM DIRIA!?!? ATRÁS DA ESTÓRIAS MAL CONTADAS DO SENHOR ARMANDO CORREIA  DIAS, N´DINHO-KURSITI, SOBRE A CÂMARA DE COMÉRCIO, INDUSTRIA, AGRICULTURA E SERVIÇOS (CCIAS) ENCONTRAM-SE OS FAMIGERADOS COMPADRES DOMINGOS SIMÕES PEREIRA E GERALDO MARTINS.

ESTES DOIS PILANTRAS, FEITOS POLÍTICOS FRUSTRADOS, SE BARRICARAM ATRÁS DO INFELIZ E DRAMA HUMANO N´DINHO POR INTERESSES DE CLIENTELISMO, CONCEDENDO A ESTE FALSO EMPRESÁRIO E HOMEM DE NEGOCIATAS NADA MAIS, NADA MENOS QUE A SOMA DE 8OO.000.000 (OITOCENTOS MILHÕES DE) FRANCOS CFA PARA ACABAMENTO DO HOTEL IMPÉRIO.
N'DINHO-KURSITI estava bem na CCIAS, mas depois de 800 Milhões mudou de campo e passou a fazer jogos da politica de TERRA QUEIMADA DO DSP

AUTORIZARAM OS 800 MILHÕES AO N´DINHO, PARA QUE EM CONTRAPARTIDA FOSSE FAZENDO SEUS JOGOS, CALUNIANDO, INSULTANDO, E OFENDENDO GENTES DIGNOS E DE BEM; GENTES HUMILDES, HONESTOS, TRABALHADORES E RESPEITÁVEIS.

CURIOSAMENTE, AO AGILIZAREM ESTA SOMA DE 800 MILHÕES OS DOIS PILANTRAS E IMPOSTORES SE ASSOCIARAM AO ARMANDO CORREIA DIAS, N´DINHO KURSITI, PARA O NEGÓCIO E ACABAMENTO DO HOTEL IMPÉRIO. ISTO É CORRUPÇÃO.

MA BANDIDASCO PASSA NA GUINÉ, AMPÛS !

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

USURPAÇÃO DE PODER É CRIME QUE NÃO COMPENSA. O AINDA PRESIDENTE DA MESA DA ASSEMBLEIA GERAL DA CAMARA DE COMERCIO, INDUSTRIA, AGRICULTURA E SERVIÇOS REUNIU-SE SOZINHO E SEM CONVOCAÇÃO DO ORGÃO QUE PRESIDE E EM SEU NOME PRÓPRIO TOMA PARTIDO DO DSP.

A CCIAS SACODE PRESSÃO DE N'DINHO, ARMANDO CORREIA DIAS, QUE TERÁ AGIDO EM NOME PRÓPRIO PARA FAZER UM FALSO COMUNICADO,  PRETENSAMENTE, ATRIBUÍDO A MESA DA ASSEMBLEIA GERAL DA CCIAS, PARA TENTAR DESACREDITAR BRAIMA CAMARÁ, UMA VERGONHA, MAS O TIRO SAIU-LHE PELA CULATRA, NO QUE FOI DESAUTORIZADO E DESMENTIDO POR SEUS PARES DA MESA DE ASSEMBLEIA GERAL DA CCIAS:



quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

DE QUE ADIANTA LOUVORES A DEUS, SE O CARÁCTER É MAU, É RUIM?

“Existem nas recordações de todo homem coisas que ele só revela aos amigos. Há outras que não revela mesmo aos amigos, mas apenas a si próprio, e assim mesmo em segredo. Mas também há, finalmente, coisas que o homem tem medo de desvendar até a si próprio…” (Dostoiévski)

TEM COISAS QUE NOS LEMBRAM DA ERA DE INQUISIÇÃO!... Mais?!???!!!!... Na parte final

OS TEÓLOGOS QUE SE ENVEREDAM PELA POLITICA ACABAM SEMPRE MAL!
CRIAM DESCONFIANÇAS E SUSPEIÇÕES NO SEU MEIO, SOBRETUDO QUANDO SE TRATA DE UM PÁROCO.
O PORQUÊ DE TENTAR INCITAR DESCONFIANÇAS, CONFUSÃO E ÓDIO PARA FINS POLÍTICOS.

Querem desestabilizar o país, com o fantasma do terrorismo islâmico? Não será isto, mais uma encomenda de DSP, que no âmbito da sua politica de terra queimada vem contratando bocas de aluguer, como foi à saída de Conacri?

QUARTA-FEIRA, 11 DE JANEIRO DE 2017

PADRE DOMINGOS DA FONSECA PREOCUPADO COM LIBERDADE RELIGIOSA NA GUINÉ-BISSAU

PADRE DOMINGOS DA FONSECA PREOCUPADO COM LIBERDADE RELIGIOSA NA GUINÉ-BISSAURadio Sol Mansi, 11 Jan 2017 - O presidente da Comissão organizadora da Conferencia Nacional da Reconciliação, Caminhos para Consolidação da Paz e Desenvolvimento, Padre Domingos da Fonseca, denuncia que algumas religiões na Guiné-Bissau são instrumentos da desconcórdia de Paz e autores de sufocos de interesses de divisão

Padre Domingos da Fonseca que revelou a sua inquietação, esta terça-feira (10/01), durante as cerimónias de cumprimentos do Ano Novo ao presidente da Assembleia Nacional Popular, mostra-se “extremamente preocupado” com a situação da liberdade religiosa no país e adianta que a fronteira da Guiné-Bissau é vulnerável e vê-se rostos e figuras novas e novas viaturas a circularem no país com rostos “extremamente preocupantes”.

“Qualquer confecção religiosa digna deste nome deve pautar pela estabilidade e pela harmonia social e não deve tornar-se num foco de conflito e nem num foco de divisão”.


Dá-me impressão que os políticos estão indiferentes destas situações porque, diante de confecção religiosa que é extremamente preocupante, fecham os olhos porque amanhã precisarão de votos”, denuncia padre Domingos que pede um estudo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas para que “conheçamos as diferentes confecções religiosas, conhecendo a sua identidade o nível conceptual e as suas filosofias”.

“São instrumentos da discórdia da Paz e autor de sufocos de interesses de divisão. Isso me preocupa imensamente”, lamenta.

Padre Domingos da Fonseca pede o líder do parlamento para ter em conta esta preocupação porque é uma casa chamada a ser “olho dos seus olhos e a voz da sua voz”.

“A nível religiosa a situação não está nada boa. Existe extremo conflito de interesse e o dinheiro está a ser deitado a fora e num país pobre a manipulação da consciência é facilíssima”, adianta.

 A Guiné-Bissau é um país com uma considerável diversidade religiosa. 
Foto de Bispo Edir Macedo.


NÃO SE ESQUEÇAM QUE O ESTADO

GUINEENSE É LAICO


A Santa Inquisição
Inquisição, ou Santa Inquisição foi uma espécie de tribunal religioso criado na Idade Média para condenar todos aqueles que eram contra os dogmas pregados pela Igreja Católica.

Fundado pelo Papa Gregório IX, o Tribunal do Santo Ofício da Inquisição mandou para a fogueira milhares de pessoas que eram consideradas hereges (praticante de heresias; doutrinas ou práticas contrárias ao que é definido pela Igreja Católica) por praticarem atos considerados bruxaria, heresia ou simplesmente por serem praticantes de outra religião que não o catolicismo.

A verdade é que embora o apogeu da Inquisição tenha se dado no século XVIII, as perseguições aos hereges pelos católicos, têm registros bem mais antigos. No século XII os “albigenses” foram massacrados a mando do Papa Inocêncio III que liderou uma cruzada contra aqueles que eram considerados os “hereges do sul da França” por pregarem a volta da Igreja às suas origens e a rejeição a opulência da Igreja da época.

Em 1252, a situação que já era ruim, piora. O Papa Inocêncio IV publica um documento, o “Ad Exstirpanda”, onde autoriza o uso da tortura como forma de conseguir a conversão. O documento é renovado pelos papas seguintes reforçando o poder da Igreja e a perseguição.

A Inquisição tomou tamanha força que mesmo os soberanos e os nobres temiam a perseguição pelo Tribunal e, por isso, eram obrigados a ser condizentes. Até porque, naquela época, o poder da Igreja estava intimamente ligado ao do estado.

Mais terrível que qualquer episódio da história humana até então, a Inquisição enterrou a Europa sob um milênio de trevas deixando um saldo de incontáveis vítimas de torturas e perseguições que eram condenadas pelos chamados “autos de fé” – ocasião em que é lida a sentença em praça pública.

Galileu Galilei foi um exemplo bastante famoso da insanidade cristã na Idade Média: ele foi perseguido por afirmar através de suas teorias que a terra girava em torno do sol e não o contrário. Mas, para ele o episódio não teve mais implicações. Já outros como Giordano Bruno, o pai da filosofia moderna, e Joana D’Arc, que afirmava ser uma enviada de Deus para libertar a França e utilizava roupas masculinas, foram mortos pelo Tribunal do Santo Ofício.

Uma lista de livros proibidos foi publicada, o ”Index Librorum Prohibitorum” através da qual diversos livros foram queimados ou proibidos pela Igreja.
O Tribunal era bastante rigoroso quanto à condenação. O réu não tinha direito à saber o porquê e nem por quem havia sido condenado, não tinha direito a defesa e bastavam apenas duas testemunhas como prova.

O pior período da Inquisição foi durante a chamada Inquisição Espanhola (Século XV ao Século XIX). De caráter político, alguns historiadores afirmam que a Inquisição Espanhola foi uma forma que Fernando de Aragão encontrou de perseguir seus opositores, conseguir o poder total sobre os reinos de Castela e Aragão (Espanha) e ainda expulsar os judeus e muçulmanos.
Quando a pessoa é de Deus, ela é correta nos seus negócios, no seu carácter, na sua maneira de ser.

domingo, 8 de janeiro de 2017

OS EDITORES PROPÕEM UM RECUAR NO TEMPO E NAS PUBLICAÇÕES DO DITADURA DO PROGRESSO COM TEMAS E POST`S SOBRE A CORRUPÇÃO DESENFREADA QUE SEN REGISTOU NO PAIS COM OS DIFERENTES GOVERNOS:

NA GUINÉ BISSAU, OS DOIS GOVERNOS DO DSP DEIXARAM MUITO A DESEJAR, POR CONTA DA CORRUPÇÃO E DA CLEPTOCRACIA; PROMOVEU E DESENVOLVEU ONDA DE ROUBALHEIRA, QUE EM MUITO LESARAM A PÁTRIA GUINEENSE:

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016


NA HORA DA MUDANÇA - MINISTÉRIO PÚBLICO GUINEENSE COMBATE A CORRUPÇÃO - O QUE É CORRUPÇÃO?

O MINISTÉRIO PUBLICO GUINEENSE LUTA CONTRA CORRUPÇÃO

PARABÉNS AO PROCURADOR GERAL! PARABÉNS AO AGENTES DO MINISTÉRIO PUBLICO E PARABÉNS AOS PROCURADORES DA REPÚBLICA.


TALVEZ, ANTES DE ENTRARMOS NO TEMA VAMOS FALAR DA CORRUPÇÃO:


Divulgue ou Passe a Palavra:

O que é Corrupção:

Corrupção é o efeito ou acto de corromper alguém ou algo, com a finalidade de obter vantagens em relação aos outros por meios considerados ilegais ou ilícitos.

Etimologicamente, o termo "corrupção" surgiu a partir do latim corruptus, que significa o "ato de quebrar aos pedaços", ou seja, decompor e deteriorar algo.

A acção de corromper pode ser entendida também como o resultado de subornar, dando dinheiro ou presentes para alguém em troca de benefícios especiais de interesse próprio.

A corrupção é um meio ilegal de se conseguir algo, sendo considerada grave crime em alguns países. Normalmente, a pratica da corrupção está relacionada com a baixa instrução política da sociedade, que muitas vezes compactua com os sistemas corruptos. 
A corrupção na política pode estar presente em todos os poderes do governo, como o Legislativo, Judiciário e Executivo. No entanto, a corrupção não existe apenas na política, mas também nas relações sociais humanas, como o trabalho, por exemplo. 
Para que se configure a corrupção, são precisos no mínimo dois actores: o corruptor e o corrompido, além do sujeito conivente e o sujeito irresponsável, em alguns casos.
·  Corruptor: aquele que propõe uma acção ilegal para benefício próprio, de amigos ou familiares, sabendo que está infringindo a lei;
·  Corrompido: aquele que aceita a execução da acção ilegal em troca de dinheiro, presentes ou outros serviços que lhe beneficiem. Este indivíduo também sabe que está infringindo a lei;
·  Conivente: é o indivíduo que sabe do ato de corrupção, mas não faz nada para evitá-lo, favorecendo o corruptor e o corrompido sem ganhar nada em troca. O sujeito conivente também pode ser atuado e acusado no crime de corrupção.
· Irresponsável: é alguém que normalmente está subordinado ao corrompido ou corruptor e executa acções ilegais por ordens de seus superiores, sem ao menos saber que esses actos são ilegais. O sujeito irresponsável age mais por amizade do que por profissionalismo;
A corrupção ainda pode significar o desvirtuamento e a devassidão de hábitos e costumes, tornando-os imorais ou anti-éticos, por exemplo.

Tipos de corrupção:

· Corrupção activa: quando um indivíduo oferece dinheiro a um funcionário público em troca de benefícios próprios ou de terceiros;
· Corrupção passiva: quando um agente público pede dinheiro para alguém, em troca de facilitações para o cidadão. 


Dois governantes Guiné-Bissau sob termo de identidade e residência 



Dois ministros da Guiné-Bissau ouvidos hoje no Ministério Público estão submetidos à medida de coação de termo de identidade e residência, em causa a aplicação indevida de verbas para OS ENCARGOS COM A SAÚDE, cujo valor é fixo, mas que A Valentina Mendes e Geraldo Martins concedem desordenadamente, dependendo do relacionamento ou de moeda de troca de favores para o pequeno lider - DSP, uns falam até em alocação de parte da verba concedida. Tem N casos de pequenas corrupções nos 2 Governos do DSP.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

O FAMIGERADO RESGATE AOS BANCOS GUINEENSES, QUE MAIS NÃO PASSAM DE OPERAÇÕES PARA ENCHER OS BOLSOS DO SEU PROMOTOR E ARQUITECTO COM BENEPLÁCITO DO ENTÃO MINISTRO DA ECONOMIA E FINANÇAS E SEUS ACÓLITOS E QUE LESARAM A PÁTRIA GUINEENSE EM AVULTADAS SOMAS. VAMOS PASSAR EM REVISTA OS TERMOS EM QUE PROCESSOU, ATRAVÉS DE UM ARTIGO PUBLICADO A SEU TEMPO PELO MESTRE DIDINHO:

FINANÇAS: RESGATE SELETIVO!
Publicado em 25 Outubro 2016Fernando CasimiroLeave a comment
DomingosNhama
        Domingos NHAMA LACERDA VAZ COSTA
                               Economista
Ao falar da nossa relação económica com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Acordo Trienal no Âmbito da Facilidade de Crédito Alargado (ECF[1]), é importante frisar que assinamos o primeiro acordo em 27 de Agosto de 1984 e o segundo em 18 de Janeiro de 1987 (Ajustamento Estrutural) com o intuito de financiar o balanço de pagamento (BTC+CCF+EO) e os sucessivos défices do Orçamento Geral do Estado. E para ter acesso aos financiamentos é recomendável cumprir regras relativamente rígidas (regras de condicionalidade), ou seja, empresta quem cumprir as “regras do jogo” e “quem não obedece as regras sofre”. Portanto, estamos a tratar de um contrato sensível que requer sacrifícios sociais e uma certa perda de autoridade na condução da política económica. Por esta razão, é necessário rectidão na gestão dos recursos financeiros e fiscalização eficaz na execução dos empréstimos por parte dos Deputados da Nação e do Tribunal de Contas.

No dia 20 de Junho de 2015, ex- Ministro da Economia e Finanças, Sr. Geraldo Martins, solicitou um acordo ao abrigo da ECF de 36 meses, em apoio ao programa de reformas económicas e resolução das dificuldades em balanço de pagamentos e orçamentais. E no dia 10 de Julho de 2015, Sr. Mitsuhiro Furusawa[2], disse no Comunicado de Imprensa nº 15/331, o seguinte: 
A decisão das autoridades de não utilizar seus recursos escassos para amparar bancos com problemas é uma medida bem-vinda e coerente com as boas práticas internacionais”. Mesmo perante este compromisso, Sr. Geraldo Martins afiançou que o governo efetuou resgate (bail-out) aos bancos em 2015, comprando “ativos tóxicos”, em outras palavras, fizeram uso supérfluo de dinheiro dos contribuintes que passaram a contrair dívidas dos bancos privados, contrariando por completo as orientações do FMI e do Memorando de Politicas Económicas e Financeiras (MPEF). 

Nesta senda, o Diretor-geral do Banco da Africa Ocidental (BAO), Rómulo Pires, afirmou categoricamente que a instituição que lidera não recebeu dinheiro de nenhum governo e que não houve resgate – esta declaração nega explicações do governo sobre bail-out. Com esta postura irresponsável os nossos principais parceiros financeiros cancelarem todas as ajudas prometidas para minimizar as nossas fragilidades económicas, o que compromete profundamente nossa capacidade de resolver os obstáculos inerentes ao balanço de pagamento e de honrar os compromissos basilares.

Assim, afirmo que os fundamentos utilizados para efetuar as operações de bail-out são irrealistas, uma vez que menos de 2% da população tem acesso aos serviços bancários. E, por serem bancos pequenos e com pouca capacidade financeira para custear projetos de grande envergadura económica no país, poderiam optar por bail-in e não bail-out, neste caso, os bancos insolventes seriam recapitalizados com recursos do seu próprio passivo, com intento de atenuar os riscos de contágio à economia, sem a necessidade de aportes do governo. Ou seja, deslocariam os encargos de salvar bancos falidos dos contribuintes para os investidores.

Por outro lado, na tabela abaixo, podemos ver que nos últimos anos apresentamos resultados deficitários nas contas de transações correntes que afetam diretamente a Renda Nacional (RN) – que é considerada a mais importante do Balanço de Pagamento – entretanto, isto implica a necessidade de contrairmos empréstimos no exterior (por exemplo: ECF do FMI, aumentando o endividamento do país) e diminuir as reservas do país. De uma forma geral, a decisão de comprar dívidas dos empresários é inapta para despertar “animal spirits” do nosso débil setor privado e, não ajuda estancar o constante financiamento do dificit público com a venda de títulos públicos ao setor privado e o Banco Central.
Balança de Transações Correntes da Guiné-Bissau de (ano…. – ano…..
Na balança comercial podemos verificar que importamos quantidade elevada de alimentos que tem um impacto económico forte, pois, aumenta o nível da pobreza estrutural e da insegurança alimentar. Penso que é crucial reduzir deficit orçamentário por meio de cortes de gastos e avançar com uma reestruturação rápida e eficaz no funcionalismo público. Sou da opinião de que os gastos do governo bem articulados estimulam a demanda agregada e prosperidade no país, além de gerar maior demanda, mais produção, mais emprego e riqueza. Infelizmente, não estamos em condições de gastar de forma desarticulada. Com isto, neste momento, quero dizer que devemos viver dentro das nossas limitações económicas, gastando igual ou menos que a nossa capacidade de arrecadação. Neste sentido, entendo que os empréstimos da ECF poderiam ser canalizados prioritariamente para as atividades que resultem em aumento real de produção que busca garantir autossuficiência alimentar e investimentos produtivos:
  1. Criação do Banco Nacional de Desenvolvimento Agrícola e do Microcrédito (BANDAM);
  2. Recuperação das estruturas de produção de Cumerê (economizaríamos divisas ao reduzir importações de alimentos) e;
  3. Criação de Instituto Nacional de Investimento Privado (INIP) – “braço” técnico para analise, avaliação dos projetos de investimento, acompanhamento e monitorização das atividades económicas.
Para finalizar, penso que é urgente livrarmos da nossa eterna miserabilidade politica que insiste em manter-nos totalmente dependente da ajuda externa, que em várias circunstâncias serve exclusivamente para multiplicar improdutividade que alimenta a corrupção e que sustenta a inercia da máquina pública, inibindo nossa capacidade de criar e conceber projetos de desenvolvimento racional a longo prazo. Este entendimento fundamenta-se no fato de o continente africano ter recebido nos últimos cinco décadas mais de 1 trilhão US$ em ajuda internacional e não conhecemos progressos substâncias. Por isso, devemos ter uma elevada dose de seriedade na gestão pública, maturidade politica e um excelente preparo académico para propor nova agenda de relações financeiras e definir pautas que visam as nossas vantagens comparativas.
É exatamente neste contexto que devemos concentrar as nossas energias e capacidades, em desenvolver o nosso potencial agrícola, em outras palavras, transformar o “MON NA LAMA” num projeto de desenvolvimento de curto, medio e longo prazo – como sendo, elemento dinamizador da indústria, serviços e de comércio internacional para financiar o nosso desenvolvimento. Nesta precária realidade, indubitavelmente, é incompreensível a compra da dívida dos devedores sem capacidade produtiva, sem condições de criar empregos e renda. Ou seja, com a extinção do “serpentî n´ghulî dinheiro”, surgiu o “resgate seletivo”.

Domingos NHAMA LACERDA VAZ COSTA
Economista
[1] A ECF proporciona assistência financeira a todos os países habilitados a receber apoio ao abrigo do Fundo Fiduciário para a Redução da Pobreza e o Crescimento (PRGT), do FMI, e que enfrentem problemas prolongados da balança de pagamentos (ou seja, quando existe a expectativa de que a resolução dos desequilíbrios macroeconómicos subjacentes se estenderia até o médio ou longo prazo). Apoia programas económicos formulados pelos próprios países que visam a avançar rumo a uma posição macroeconómica estável e sustentável, compatível com a redução da pobreza e o crescimento forte e duradouro. O acesso ao financiamento no âmbito da ECF é definido caso a caso, tomando em conta a necessidade da balança de pagamentos do país e o vigor do seu programa económico, e é orientado por normas de acesso.

[2] Director-Geral Adjunto e Presidente do Conselho de Administração do FMI em exercício

LEIA O ARTIGO COMPLETO, INCLUINDO O QUADRO:
http://www.didinho.org/financas-resgate-seletivo/

QUEM PASSA O TEMPO A DORMIR NAS REUNIÕES NÃO É DIGNO DE ASSUMIR CARGOS PÚBLICOS, MORMENTE DE SOBERANIA. CIPRIAS NÃO ACOMPANHA INTEGRALMENTE NENHUMA REUNIÃO. COMO PODE ESTE SENHOR DISCORDAR DE ALGUMA DECISÃO TOMADA NAS REUNIÕES DE QUE PARTICIPA DORMINDO? AGORA ENTRA A FAZER JOGOS DE ALGUÉM QUE TENTA A TODO CUSTO SEQUESTRAR A ANP, TENTANDO BLOQUEAR O FUNCIONAMENTO DO PLENARIO. ALGUÉM OU ALGUM ÓRGÃO OU ALGUMA INSTITUIÇÃO DO ESTADO DEVE FAZER ALGO, TOMANDO MEDIDAS ASSERTIVAS PARA QUE O PLENÁRIO DA ANP POSSA VOLTAR A FUNCIONAR.

NEM O PAI(gc) MORRE NEM A GENTE ALMOÇA
O PRESIDENTE DA ANP, CIPRIANO PASSOU TEMPO A DORMIR NA REUNIÃO DE CONACRY, ACORDA E ASSINA OS ACORDOS DE CONACRY, SEM PARTICIPAR DAS DISCUSSÕES. AGORA DISCORDA DO MESMO ACORDO, ASSOCIANDO-SE AO DSP, QUE DWESENVOLVE A POLITICA DE TERRA QUEIMADA, TENTANDO MANIPULAR A TUDO E TODOS. TENTAM ATÉ ENGANAR O P5 ...

O Presidente da ANP, (hipoteticamente) através do seu Gabinete, divulgou um comunicado da Comissão Permanente (que o blog DC publicou directamente em versão texto, ainda não numerado, em primeira mão), no qual acusa o Presidente da República de "votar a opinião pública a um mar de confusão". Confusionista, demagogo e hipócrita é o próprio Cassamá, ao manter a ANP sob o seu sequestro pessoal, tentando lançar a confusão na cabeça das pessoas. O "comunicante" da referida narrativa não é único, como seria habitual, pois para além da "Comissão Permanente" que subscreve, passa sucessivamente pelo "Presidente da ANP" e pela própria "ANP", evidenciando uma grande confusão ontológica/ entitária.

Esta confusão é obviamente intencional, fazendo parte da estratégia de apropriação e especulação dos poderes do engenheiro farsante, o qual, na sua retórica altamente falaciosa, atribui a incógnitos fantasmas a crise: "acabaram por perturbar e/ou impedir (...) o funcionamento de um dos seus órgãos constitutivo, o Plenário". Um orgão dentro do orgão? Não. A ANP é um orgão colectivo, o próprio Plenário. Ponto final. 

Não tem cá mais orgãos, como o Presidente ou até (pasmem os tolos) o seu gabinete! Chega-se ao cúmulo de defender que, pese embora o Plenário não funcionar, toda a ANP funciona muito bem! A ANP é o Plenário. Todas as outras emanações são simplesmente instrumentais e não substanciais: por exemplo, o Presidente, se quiser participar no debate em curso na Assembleia, deve, segundo o regulamento, ceder temporariamente o seu lugar para o poder fazer. Deve estar ao serviço do colectivo e não sobrepor-se individualmente!

É portanto ilegal e ilegítimo, que, escudando-se em "prerrogativas regimentais" o seu Presidente usurpador assuma o bloqueio institucional à boca cheia (antecipado pela LUSA, para quem parece natural que se impeça o funcionamento da ANP para inviabilizar, por mais de um ano, a governação do país), numa continuada atitude inteiramente negativa, de total má fé.

Escreve-se ainda que o Acordo de Conacri foi "considerado por todos os atores políticos e sociais do país como solução adequada para a saída desta crise". Unanimidade pouco consentânea com imensas opiniões críticas que tivemos oportunidade para ler. Mas enfim, passemos à frente. Em nenhum documento da CEDEAO consta o nome de Augusto Olivais, como pretende Cassamá. Apenas se pode deduzir isso das entrelinhas do comunicado, como tentaram fazer na altura. Ora se, mesmo quando está escrito, é difícil de manter os acordos, por que razão não insistiram para que ficasse consignado por escrito? Agora já não é hora de vir chorar o leite derramado, devem assumir os erros. 

Pelo que todas as ridículas recomendações, repúdios, apelos, exortações, estranhezas, ameaças etc. contidas no referido comunicado, não passam de simples incontinência verbal dos emissores do dito comunicado, sem qualquer valor ético actual. Como defendeu o Primeiro-Ministro, não poderá ser considerado um assalto, se um deputado se dirigir para o seu local de trabalho, uma vez que a própria Comissão Permanente, através do Gabinete do Presidente, assume que "tudo" funciona normalmente. E um Plenário, mesmo em auto-gestão, é sempre superior à soma das suas "partes". É SOBERANO.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

RESGATE OU BURLA, USANDO OS BANCOS CONTRA O ESTADO GUINEENSE. QUEM FOI O AUTOR DESTA PROEZA?

DOMINGOS SIMÕES PEREIRA CADA VEZ MAIS ENCURRALADO, FRACASSADO, DESCONSOLADO E ATRAPALHADO VEM FAZENDO FIGURA TRISTE E DE AGITADOR NO CENÁRIO POLITICO GUINEENSE.

Enquanto chefe do seu governo e pivô do governo de Carlos Correia nunca serviu os interesses da Guiné-Bissau. Antes DSP prejudicou grandemente este país, povo e estado com esquemas e falcatruas, além de promoção de roubalheira aos cofres de Estado e FUNPI da CCIAS, dinheiro privado.
 
Agora entra a manipular personalidades infelizes e dramatizados, que vem alugando suas bocas. É claro que manipula estas bocas para, em termos de comentadores, animadores de programas ou mesmo para pronunciamentos públicos irem dizendo coisas que vão na sua mente maluca e doentia.

Internamente nega as possibilidades de diálogo aberto, franco e conciliador promovidas pelo Presidente JOMAV, pelo P%, Organização da Sociedade Civil e Conselho de Estado - para referir só estas. Contudo, é o mesmo DSP, que se desdobra em contactos e vai a sub-Região ou escreve a lideres e figuras internacionais para que intercedam a seu favor, fazendo-se de vitima, arrastando consigo o próprio PAIGC, partido libertador - que hoje oscila consoante o humor e infantilismo do DSP.
Acabou. Politicamente DSP está se transformando num DRAMA HUMANO. Pena mesmo , é continuar a manter PAIGC refém e tentando rebocar a ANP para precipicio com cumplicidade do compadre CIPRIAS CASSAMÁ!

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

PÓ(USADAS) DO DSP NA VÃ TENTATIVA DE INTRIGAR PERSONALIDADES E CERTOS DIGNATÁRIOS DO SISTEMA, PARA PODEREM TIRAR PROVEITOS DA CONFUSÃO:

JÁ NUM PASSADO RECENTE, ISTO É, HÁ CERCA DE 2 MESES E SEMANAS TENTARAM  E CONSEGUIRAM INTRIGAR O EX-MINISTRO DA ECONOMIA E FINANÇAS, AO INVENTAREM QUE ESTE TERIA DESVIADO SOMAS AVULTADAS PARA SUA CONTA PESSOAL, CRIANDO DESCONFIANÇAS E CERTO DESCONFORTO. FIZERAM A MESMA COISA COM O EX-MINISTRO DAS PESCAS E OUTRAS FIGURAS. INVENTANDO QUE ESTES SERIAM POSSUIDORES DE FORTUNAS. 
CRÊDO! TODOS SABEMOS QUE ESTES SENHORES, EMBORA NUM CONTEXTO ADVERSO DERAM O MELHOR DELES E OBTIVERAM SUCESSOS COM FMI, BANCO MUNDIAL E COM UEMOA.

AGORA TENTAM INTRIGAR O GENERAL ANTÓNIO INDJAI, CONTRA BIAGUE NATAM, UMARO CISSOCÓ E JOMAV. 
ESTA TÁCTICA É VELHA. 
CONTRA O PRESIDENTE JOMAV DISSERAM JÁ MONTES DE COISAS E MENTIRAS, FRUTO DE MANIPULAÇÃO.

DSP DEVE PARAR DE TENTAR INTRIGAR TITULARES E DIGNATÁRIOS DE PODER NA GUINÉ-BISSAU. DSP DEVE AINDA PARAR DE ARTIMANHAS E MANOBRAS NO ÂMBITO DA SUA POLITICA DE TERRA QUEIMADA.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

ALERTA A P5 - COMUNIDADE INTERNACIONAL DE BISSAU E A SOCIEDADE GUINEENSE: DSP CONTINUA MANIPULANDO, DESVIANDO A ATENÇÃO NACIONAL DO ESSENCIAL. ELE, DSP, DESDE QUE FOI DEMITIDO POR GESTÃO POUCO CLARAS E NADA TRANSPARENTE VEM DESENVOLVENDO POLITICA DE TERRA QUEIMADA COM MANOBRAS E ARTIMANHAS QUE LESAM CADA VEZ MAIS A PATRIA.


O PAIGC DE DSP, SEM MAIORIA PARLAMENTAR TEIMA E PERSISTE EM MANIPULAR A CÚPULA DA ANP PARA NÃO SE CONVOCAR A PLENÁRIA, PORQUE DSP SABE QUE TODOS OS DOCUMENTOS SERÃO APROVADOS PELA NOVA MAIORIA PARLAMENTAR, CONSTITUÍDO POR 41 DEPUTADOS DO PRS + 13 DO GRUPO 15 + 2 DO PCD COORDENADO POR SEU LÍDER FUNDADOR NADO MANDINGA, ABELHA MESTRA E LÍDER.

POR OUTRO LADO, a ALA DO DSP NO PAIGC, SEM OS DEPUTADOS DO GRUPO 15, MESMO COM OS APOIOS DOS 3 PARTIDOS NA ANP(pcd DE VIFER, UNIÃO PARA MUDANÇA E PND), NÃO CONSEGUE TER MAIORIA PARLAMENTAR.

Afinal os Quatro dos cinco partidos no Parlamento que não reconhecem o atual Governo e que prometem não aprovarem o seu programa no hemiciclo bem como o Orçamento Geral do Estado, NÃO PERFAZEM A MAIORIA PARLAMENTAR.

O paigc de dsp, no âmbito da sua politica de TERRA QUEIMADA vem instrumentalizando a ANP, manipulando Cipriano Cassamá, para não convocação da sessão, na perspectiva, porém de tal como o fizeram com o Governo de Baciro Djá,  colocarem o Governo de Cissocó à margem da Lei. Isto porque, a  Constituição guineense dá até 60 dias ao primeiro-ministro para que faça aprovar o seu Programa de Ação e o Orçamento Geral do Estado no Parlamento, caso contrário o Governo é demitido pelo chefe do Estado.

Por isso, receando eventual medidas – os quais foram já apontadas por alguns analistas fizeram toda esta celeuma numa articulação concertada com o pivô e Boca de Aluguer D.om Nuno, Rei de Máfia para denunciar a alegada ameaça de que é alvo, o Presidente do Parlamento guineense, Cipriano Cassamá, que reuniu-se, já, com os representantes da comunidade internacional de Bissau, P5 e com a Liga Guineense dos Direitos Humanos.

A ALA DO PAIGC DE DSP, PERSEGUE E EXPULSA SEUS 15 CAMARADAS E PERDE A MAIORIA PARLAMENTAR, MESMO SOMANDO OS DEPUTADOS DOS 3 PARTIDOS QUE LHE SEGUEM NÃO CONSEGUE MAIS DE 45 DEPUTADOS, CONTRA  A NOVA MAIORIA CONSTITUIDA POR 56 DEPUTADOS
NOTA DO EDITOR: O GOVERNO DE UMARO CISSOCÓ DEVE ESTA SEMANA, ENQUANTO É TEMPO RECORRER-SE A JUSTIÇA GUINEENSE, PARA QUE NO ÂMBITO DO IMPÉRIO DA LEI SE CONVOQUE A PLENÁRIA DA ANP. SÓ A PLENÁRIA PODE CERTIFICAR E QUALIFICAR A MAIORIA. TODOS SABEMOS, EM QUE CIRCUNSTANCIAS O PAIGC DE DSP PERDEU A MAIORIA PARLAMENTAR (AO PERSEGUIR E EXPULSAR OS 15 DEPUTADOS DO SEIO DO PAIGC). 
EM DEMOCRACIA A COMISSÃO PERMANENTE DA ANP  NÃO PODE OBSTRUIR A REUNIÃO DA PLENÁRIA, IMPEDINDO SUA CONVOCAÇÃO.
USEM E ESGOTEM TODOS OS MECANISMOS, POIS QUE ESTAMOS EM CRER QUE DSP NÃO PODE MANTER A ANP REFÉM, PARA INVIABILIZAR OS ACTOS NOBRES DE GOVERNAÇÃO.

MENSAGEM À NAÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA DR. JOSÉ MÁRIO VAZ, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, POR OCASIÃO DO FIM DE ANO, 31 DE DEZEMBRO DE 2016


MENSAGEM À NAÇÃO
Caros Guineenses, 

Estamos no limiar de mais um ano, oportunidade que aproveito para desejar prosperidade a todos

os Guineenses, residentes no país e os que residem na diáspora, ainda aos estrangeiros que

escolheram a Guiné-Bissau como terra de residência e de trabalho.

Igualmente aproveito esta ocasião para aqui deixar uma palavra de apreço e de solidariedade às
mulheres e homens que integram a força da ECOMIB que, longe das suas famílias, num país que
não é o seu, numa missão de paz, passam connosco mais uma quadra festiva.

Desejo a todos, um Feliz Ano de 2017, fazendo votos que seja um Ano de paz, saúde, harmonia,
tolerância e prosperidade.

Caros Compatriotas,

O ano que ora termina foi marcado por momentos difíceis, pois, vimos mais uma vez o país
parado/ estagnado devido às divergências políticas.

Se é verdade que 2015 não foi um ano de resultados concretos e tangíveis, o mesmo não se
poderá dizer em relação ao ano 2016.

Ainda que reconheçamos que o ano 2016, conseguimos obter pequenos sinais de mudanças,
mas o facto de dois Governos sucessivos não terem conseguido aprovação do programa e
consequentemente o Orçamento Geral do Estado, não permitiu alcançar os objectivos
inicialmente traçados.

Devemos fazer um balanço da actual situação política e responsabilizar os actores políticos por
esta crise, que têm feito o país refém. Onde não se aprovaram os programas do governo que é o
instrumento fundamental da Governação.

Devemos aprender com os erros do passado recente, servindo de lição do que deve ser evitado
no futuro, a partir de amanhã.

Neste amanhã que queremos construir e reerguer o nosso país.

No passado vários países, fizeram igualmente percursos difíceis como o nosso, esses países
eram frágeis e deficientes de recursos. E, nós hoje temos condições de superar as dificuldades
atuais, fazendo mais e melhor pelo nosso país.

Ao longo deste ano, também assistimos com serenidade e elevado sentido de responsabilidade, a
forma como os guineenses têm feito o seu exercício democrático, aqui aproveito para realçar o
papel republicano das nossas Forças de Defesa e Segurança que, distanciando-se completamente das querelas político-partidárias e restringindo-se ao seu papel constitucional de subordinação aos poderes civis democraticamente estabelecidos e de garante da soberania e segurança nacional, dando assim mais um elevado exemplo de patriotismo.

Aproveito igualmente este momento para enaltecer o apoio da Comunidade Internacional e de
todos os nossos parceiros e, em particular, o importante contributo da CEDEAO na mediação da
crise político-institucional e reiterar a minha saudação aos meus pares da CEDEAO.

Ainda no decurso do Ano 2016, tive o privilégio de representar o nosso país em eventos de
relevante importância, permitindo-me destacar: Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova
York, entre outros. Esta representação ofereceu-nos a oportunidade de manter importantes
encontros bilaterais.

No plano interno, recebemos visitas de cortesia de Chefes de Estado, com o bem receber
característico do povo guineense.

Mulheres e Homens Guineenses,
O novo Governo é a derradeira esperança para resgatarmos a confiança do cidadão guineense
no homem político responsável pela coisa pública. Muitas soluções de Governo foram já
ensaiadas, quase todas não deram os resultados almejados por todos nós.

Não podemos perder a esperança nos nossos políticos, mas também não podemos continuar a
dar cheque em branco aos nossos governantes sem que se dignem resolver os nossos problemas
mais prementes. É chegada a hora de os políticos atenderem às demandas da população.
Sei que a vida dos guineenses não está fácil nos dias de hoje.

Embora num Estado democrático devemos respeitar a opinião de todos, porque nada os impede
de dizerem o que lhes vai na alma, fabricar rumores para criar preguiça, medo, pânico, com o
objectivo de desviar a atenção dos guineenses, sobretudo, dos nossos jovens na batalha de
criação de riqueza e de emprego.

Mas, eu Acredito no Amanhã.

Vamos iniciar um ANO NOVO, e com ele temos de ter a esperança e a coragem para transformar
as nossas dificuldades em oportunidades.
Temos de ser capazes de aumentar a nossa produção para atingir a auto-suficiência alimentar e
gerar mais riqueza.

É minha convicção de que no dia em que o guineense, adulto, chefe de família, deixar de se
preocupar com a comida que vai colocar na sua mesa, o nosso país será outro. O nosso país será
outro porque esse chefe de família começará a ter outra preocupação. Nesta lógica das coisas, a
produção em quantidade e qualidade daquilo que comemos, designadamente o arroz torna-se
hoje mais de que nunca, num imperativo nacional.

Temos de combater o desemprego e promover, sobretudo, o emprego jovem. Um país
essencialmente jovem não pode dar-se ao luxo de desperdiçar toda a energia da juventude,
afastando-a da tarefa da criação de riqueza e do impulso para o desenvolvimento.
Temos que ter a coragem de fazer as Reformas Administrativas.

Façamos de 2017 o Ano da Reforma na Administração Publica e de Trabalho.
Caras irmãs e irmãos Guineenses,

No acto da tomada de posse do Governo, tive a oportunidade de partilhar com os actuais membro
do Executivo aquilo que entendo serem as prioridades da governação até ao fim da presente
legislatura, ou seja, darem respostas concretas aos problemas dos guineenses. Para resolver
este problema, o novo Governo deve concentrar-se nas reformas, sobretudo, a reforma na
administração pública e dedicação ao trabalho.

Como sabem a reforma na administração pública nunca foi fácil. Muitas vezes, focamo-nos
demasiadamente em questões muito teóricas, com o risco de ficarmos presos em grandes
conceitos. Tudo isso, o cidadão comum não encontra utilidade e não sente qualquer benefício no
seu dia-a-dia.

Quando assim acontece, entendo que o desafio desta equipa governamental consiste em apoiar,
facilitar, simplificar e ser pragmática, se quiser realmente superar a nossa incapacidade colectiva
de resolver os problemas há muito identificados. A título de exemplo:

Em 2008, no quadro do Programa de Apoio à Reforma da Administração Pública, foi feito um
diagnóstico em que se concluiu que temos uma administração pública «com cerca de 12 mil
pessoas, um grande desfasamento face as receitas previstas no OGE. A despesa pública cresce
a um ritmo assustador, essencialmente devido ao peso da massa salarial que ultrapassa as
receitas fiscais, situação insustentável. Uma administração pública opaca, de difícil acesso,
distante, centralizada, desestruturada, não qualificada, não credível, ineficaz, não responsável e
nem presta contas. E mais, o próprio Estado também não cumpria com as suas obrigações, o
que permitia aos funcionários públicos invocassem esse não cumprimento para justificarem a sua
inércia».

Em 2011, o então Ministro da Função Pública, Trabalho e Modernização do Estado também dizia
que «O maior handicap da nossa administração pública é que não se apura responsabilidades,
não se faz avaliação para saber quem trabalha e quem não trabalha, as promoções são feitas de
forma discriminatória ao prazer das amizades, do clientelismo, de favores políticos… Isso tem
que acabar na nossa administração pública. Temos que seleccionar, temos que abrir espaço só
para os mais competentes, mais capazes de dar a sua contribuição nesta fase do nosso
desenvolvimento».

Perante todo este quadro de diagnóstico, pergunto, o que mudou até hoje na nossa
Administração Pública, dia 31 de Dezembro de 2016?

Praticamente quase nada mudou, só mudaram os governantes. Por isso, «O grande desafio
deste Governo é implementar as reformas fundamentais para termos um Estado mais eficiente,
um país melhor e uma sociedade mais aberta e transparente. Isso permite a este Governo ser
diferente de tantos outros que já passaram neste país».

As reformas devem ser implementadas doa a quem doer, a fim de emagrecer a estrutura do
nosso Estado até aos limites da real capacidade financeira do país.

Caros Compatriotas,

A Guiné-Bissau e um Estado institucionalmente frágil, agravado pela circunstância de estar
desprovido de recursos para financiar a sua construção e o seu desenvolvimento económico.
Apesar de dispormos somente de 18 meses para o término desta legislatura ainda é tempo
bastante para concretizar a esperança do nosso povo. É importante que este Governo seja capaz
de inspirar confiança ao país e de fazer os guineenses, sobretudo, os jovens, a saírem da zona de
conforto e das respectivas bancadas e acreditarem que não há motivos para pessimismo e que o
futuro esta nas suas próprias mãos.

Quero acreditar que todos saberemos estar a altura das nossas responsabilidades, desde o
Presidente da República, o Primeiro-Ministro e os restantes membros do Governo.
Espero que os nossos mandatos sejam exercidos em benefício das gerações futuras, olhando
para o nosso amanhã comum e projectando a nossa acção para lá da luta política e dos
interesses de hoje.

Caras irmãs e irmãos Guineenses,

O país não pode continuar a desaproveitar os seus quadros jovens que todos os anos são
diplomados, formados em escolas e faculdades guineenses e no estrangeiro devido ao facto da
reforma na Função Pública ainda não ter avançado.

No futuro a nossa Administração Pública tem que se regenerar, isso passa necessariamente pela
absorção dos nossos quadros, porque são jovens com competências e valências que o mundo
globalizado hoje demanda.

Desafio o novo Governo a espelhar as reformas necessárias no seu programa do Governo e nos
próximos Orçamentos Geral do Estado.

Um Estado com dificuldades como o nosso não pode persistir no erro crasso de continuar a
gastar sempre e de forma abusiva. A viver sempre acima das suas possibilidades.

O combate à corrupção é um trabalho de todos os cidadãos, em particular, das forças de
segurança nacional. Um aviso, cuidado que a máquina de combate a corrupção desta vez esta
montada e quem arriscar sofrerá consequências.

O nosso país encontra-se num momento de viragem política e económica, para acompanhar a
competitividade das outras economias. Isso exige uma Administração Pública célere, transparente
e eficaz, servida por agentes competentes e motivados.

É importante que ao longo do novo ano possamos implementar as várias reformas
administrativas, que serão transversais aos vários sectores da nossa sociedade.

Temos que adoptar uma vez por todas o “DJITU TEM QUE TEM”, TERRA RANKA e
MON_NA_LAMA, que perspectivam o futuro desejado para a Guiné-Bissau.
Guineenses, Meus Compatriotas,

Antes de terminar, permitam-me uma saudação muito especial aos “Djurtus”.
Quero reafirmar o meu apoio incondicional à Selecção Nacional e farei tudo para estar presente
no Gabão, no jogo da abertura do CAN2017 para desta forma simbolizar, enquanto Chefe do
Estado, a presença de todos os guineenses neste acontecimento transcendental para o nosso
país.

Caros Guineenses,

Estou convicto de que, com a determinação e coragem que sempre caracterizaram o povo
guineense, vamos vencer, também, estes desafios.
Eu acredito. Peço-vos que acreditem!

Termino como iniciei, desejo a todos, coragem e mais esperança no futuro, fazendo votos que
seja um Ano de paz, saúde, harmonia, tolerância, concórdia nacional e prosperidade.

Um Feliz e Próspero Ano Novo a todos!

Viva a República da Guiné-Bissau!

Viva os “Djurtus”

Que Deus abençoe a Guiné-Bissau e ao seu povo!